22/05/2014

Chapadinha: Vereadora rebate factoide sobre atestado falso, criado pela oposição


NOTA DE ESCLARECIMENTO

Vereador é profissão? Acredito que não seja e nem deva ser. Se vereador fosse profissão, admitiríamos que algumas pessoas poderiam depender exclusivamente de verbas públicas para se manter, e isso seria parasitismo patrocinado pelo povo. Quem diz ser vereador 24 horas por dia, se não for mentiroso, é um inútil. Ninguém é vereador. Eventualmente está vereador.

A vida é cheia de imprevistos. E o aneurisma cerebral que acometeu meu irmão me mostrou isso. Hoje ele necessita de cuidados intensivos, inclusive fonoaudiológicos, em São Luís, e resolvi ajudá-lo em sua recuperação. Existe algo que me impeça? Nada e nem ninguém. Quando se trata de família, não existem limites. Sempre que é possível, o acompanho. Aproveitando a oportunidade, além de contribuir na reabilitação, também resolvi ampliar meus conhecimentos e cursar outra faculdade afim ao meu primeiro curso. Nada me impediria de conciliar a maternidade, a feminilidade, a profissão, a família, a educação dos meus filhos, os cuidados com o lar e o mandato de vereadora.

Muitas mulheres naturalmente já enfrentam uma dupla jornada de trabalho (desdobrando-se entre a profissão e os cuidados com marido, filhos e lar). Desempenham papel de mãe, esposa, enfermeira, cozinheira, lavandeira, faxineira e por aí vai. Com o cansaço, sei que às vezes é fácil ficar desestimulada. Também fico, mas sei também que sempre podemos ir além. Historicamente faz parte do ser feminino lidar com grandes adversidades.

Isso interferiria no meu papel de vereadora? Acredito que não. Sei das minhas responsabilidades e do voto de confiança em mim depositado. Exercerei meu mandato com independência, pois já era independente antes de ser vereadora. Farei sempre o melhor para Chapadinha, assim como também farei sempre o melhor para minha família. Não creio que congelar a vida por quatro anos seja uma atitude inteligente ou responsável... Sempre podemos mais.

Estou sempre atenta ao que acontece em Chapadinha e participarei das sessões e votações dentro das normas estabelecidas. Imagino que algumas pessoas possam criticar minha posição, pois é sempre mais fácil governar a vida de terceiros. Para essas pessoas, digo: tranqüilizem-se. Sei da minha capacidade e da capacidade de todas as mulheres.

Com relação ao atestado de 15 dias que apresentei, foi por ter sido acometida por fortes dores na coluna que me impossibilitava de fazer grandes deslocamentos. Apresentei um atestado para tratamento médico, mas isso não significa que eu tenha que fica acamada e enclausura em um quarto ou em casa. Acredito que muitos que já sofreram ou sofrem de problemas de coluna tem momentos de dores e momentos de alívio.

Como já sou graduada em fonoaudiologia, tive a oportunidade de solicitar aproveitamento de estudo, o que me possibilita cursar odontologia sem necessariamente estar na faculdade de segunda a sexta-feira. A documentação postada por um blogueiro sem credibilidade, não mostra nenhum ato ilegal, uma vez que na imagem consta a inserção do meu nome após a aprovação do vestibular, e na outra imagem, a entrega de uma avaliação numa quarta-feira.

Amigos, isso não passa de uma perseguição política com a única intenção de mudar o foco e a responsabilidade exclusiva do presidente da Câmara, quer resiste em fazer cumprir a lei que prevê a extinção do mandato do vereador Eduardo Sá, subestimando a inteligência dos nobres parlamentares e da população manipulando a Câmara para satisfazer suas vontades e a de poucos vereadores em detrimento da lei.

Outro fato que revela clara maquinação com fundo político, é que nem quando meu irmão foi acometido por um aneurisma cerebral, ficando em coma, com risco de morte, não me ausentei. Compareci às sessões e exerci meu papel. As denúncias feitas em tendencioso texto divulgado em redes sociais são inverídicas e passíveis de ação judicial. Drº Osdemar é médico da nossa família e já foi informado do ocorrido, das insinuações maldosas com seu nome, e tomará as providencia judiciais necessárias.

Não deixarei de participar das grandes discussões do nosso município e sempre terei em mente os menos favorecidos, pois acredito que a política seja um meio de promoção da melhoria social e não um fim para promoção própria. Hoje dou informações sobre minha vida particular, porque sou uma pessoa pública e podemos ser mal interpretados ou até mesmo vítimas de uma campanha difamatória como infelizmente tornou-se hábito no meio político.

Algumas pessoas acham que figuras públicas devem dar exemplo. Espero passar que sempre podemos fazer mais e que o acomodamento é apenas uma opção. Uma má opção. Sou filha, irmã, fonoaudióloga, esposa, dona de casa, mãe, vereadora e estudante. Parece muita coisa? Não! Sou mulher. Agradeço a todos que dedicaram um pouco do seu precioso tempo para ler essa mensagem.

Lívia Saraiva

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