4 de mar de 2013

Chapadinha: Governo faz balanço dos primeiros sessenta dias de trabalhos

Chapadinha-MA: Governo avalia 60 dias de trabalho

Coordenadores da saúde, secretários e prefeita concederam, na tarde dessa sexta-feira (01), entrevista ao Programa Balanço Geral, da rádio Cultura FM, onde fizeram um balanço sobre os primeiros 60 dias de trabalhos.

Participaram da rodada Tito Neto (coordenador de laboratório), Eduardo Luís da Silva (diretor do departamento de vigilância epidemiológica), Luis Roberto (terapeuta ocupacional do Caps), Edivar Júnyor (coordenador da vigilância sanitária, falou por telefone), Joselene Fortes (diretora do HAPA), Jordania (representando o diretor clínico do HAPA), Dr. Talvane Hortegal (médico), Isamara Meneses (assessora especial em Brasília), Dr. Charles Bacellar (secretário de saúde), Valnice Meneses (secretária adjunta) e a prefeita Ducilene Belezinha.

Chapadinha-MA: Governo avalia 60 dias de trabalho

Segundo a equipe, a nova gestão encontrou vários problemas na área da saúde, de prédios com estruturas físicas comprometidas a falta de material para o trabalho. Contudo, todos os problemas estariam sendo encarados como desafios a serem superados. Situações peculiares teriam sido detectadas em cada departamento, no laboratório de análises clínicas que funciona no hospital Benu Mendes, por exemplo, nem a pintura da sala era apropriada. De acordo com o coordenador do setor, Tito Neto, os equipamentos encontrados não estavam em condições de uso, mas a situação já teria mudado e o laboratório voltaria a funcionar a partir desta segunda-feira. "Exames que antes nunca foram realizados na cidade, agora serão feitos aqui mesmo", disse o coordenador.

Na área da vigilância epidemiológica, os trabalhos estariam focados na prevenção da dengue. De acordo com o coordenador do setor, dos 24 bairros de Chapadinha, 13 estariam infestados pelo mosquito transmissor, dos quais 07 em estado crítico. As ações estariam se concentrando nesses bairros para evitar situações mais graves.

O departamento de Vigilância Sanitária, que sequer dispunha de transporte para fiscalizações, hoje disporia de dois: um para fiscalização, outro para o transporte de produtos apreendidos. Segundo o coordenador, Edivar Júnyor, a preocupação com a excelência no serviço seria uma constante. Um exemplo seria a capacitação de uma semana por qual a equipe passará, cujo objetivo será tranquilizar a população, inclusive quanto às denúncias de estabelecimentos que comercializarem produtos impróprios para o consumo. "Nosso compromisso é com a qualidade do serviço prestado (...). Estamos buscando cada vez mais nos qualificar para realizarmos um trabalho digno à população", declarou o coordenador.

Antes, para atender a demanda, um único médico desempenhava várias especialidades (clínico geral, cirurgião, pediatra). A escala sobrecarregava o profissional que, exausto, não conseguia atender de maneira satisfatória os pacientes, que reclamavam dos serviços. Hoje, cada médico estaria atendendo em sua área específica, evitando diagnósticos incorretos. "Foi uma mudança de 360 graus. O compromisso com o povo é visível logo que se entra no HAPA [Hospital Antônio Pontes de Aguiar], pois tem médico atendendo todos os dias de maneira a respeitar tanto o paciente como também o profissional", relatou o Dr. Talvane Hortegal, que faz parte do quadro clínico do hospital.

Chapadinha-MA: Governo avalia 60 dias de trabalho

Para Charles Bacellar, o desafio seria diário "Com o passar do tempo, fomos descobrindo que os problemas eram maiores do que imaginávamos. O pior é que muita coisa deixou de ser feita não por falta de recursos, mas de força de vontade", disse ele.

Filas no hospital, falta de medicamentos, médicos e até de condições para internação seriam coisa do passado. As mudanças teriam começado logo no dia 1º de janeiro, com aquisição de medicamentos e contratação de médicos e profissionais comprometidos com a saúde pública. Cirurgias eletivas, antes privilégios de alguns, hoje seriam uma realidade para todos. Segundo Bacellar, só na sexta-feira (1º) 14 procedimentos teriam sido realizados no HAPA. "Depois de 60 dias de trabalho começamos a respirar um pouco, mas ainda há muito por se fazer, como, por exemplo, a aquisição de equipamentos para a unidade. Encontramos equipamentos com mais de 12 anos. Um risco para a população!", completou.

Quanto ao transporte de pacientes dentro e fora da cidade, o secretário informou que o HAPA conta com 7 veículos em condições de uso. Além das ambulâncias, o município contaria com um micro-ônibus que viaja para São Luís três vezes por semana, transportando pacientes que necessitam fazer hemodiálise. "Já foi feita a solicitação para que as consultas dos pacientes de Chapadinha, em São Luís, sejam marcadas para os dias em que o micro-ônibus viaja para a capital e assim outros pacientes possam ir e voltar no carro, evitando gastos com passagens", finalizou Bacellar.

Chapadinha-MA: Governo avalia 60 dias de trabalho

A prefeita Ducilene Belezinha fechou a rodada de entrevistas. Falou das boas notícias na área da Saúde, como a conquista de uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento) para Chapadinha, que irá desafogar o atendimento no HAPA, e a construção do Hospital Regional com 50 leitos. Segundo a prefeita, os débitos deixados pela antiga gestão estariam impedindo a assinatura de convênios com o governo federal e uma das consequências seria o impedimento de captação de recursos para construção de estradas. Em razão disso, apenas pequenas obras estariam sendo realizadas no município.

Quanto à coleta de lixo, citou o caminhão compactador com capacidade para 11 toneladas que, segundo ela, o agiliza o serviço e minimiza os impactos pela cidade. "A população também deve fazer a parte dela, se organizando quanto aos dias de coleta para evitar sacolas nas ruas".

Na Educação, os problemas seriam as obras inacabadas nas escolas, a falta de carteiras e de ventiladores. Medidas para minimizar tais problemas estariam sendo tomadas, como reformas ou substituição de carteiras e a reposição dos ventiladores. Sobre as obras inacabadas, uma solução que não prejudique os alunos estaria sendo estudada. Para a educação infantil, outra novidade: o governo estaria buscando parcerias para a confecção de livros.

Na área de Assistência Social, o cadastro para a moradia deverá começar no mês de abril. A prefeita falou da assinatura de um contrato para a construção de mais mil casas populares. No local seriam construídos, também, um CRAS e um posto policial.

Na Agricultura, uma equipe técnica estaria de prontidão para atender ao pequeno produtor com informações sobre o manejo correto do solo. A prefeitura também teria firmado parcerias para a aquisição de insumos ao pequeno produtor.

Quanto aos semáforos, que queimam com as constantes variações de energia, o município já teria entrado em contato com uma empresa especializada, para assumir o serviço. O governo também estaria atento à iluminação pública. 6 mil luminárias seriam necessárias só na zona rural, um trabalho que deverá ser realizado por etapas. Quanto ao pagamento dos servidores, Belezinha adiantou que será feito sempre no último dia útil do mês, e que uma tabela com datas e prazos dos pagamentos será divulgada.

"Estou trabalhando para oferecer o melhor para nossa gente, que já sofreu muito (...). Agora é a hora de organizarmos a casa. Não podemos nos precipitar e atropelar as etapas. Mexer com dinheiro público requer cuidado e muita responsabilidade", concluiu a prefeita.

Fonte: ASCOM/PMC
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Anônimo disse...

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