O jornalista e blogueiro José de Fátima noticiou um caso, no mínimo, assombroso, ocorrido em Vargem Grande. Segundo ele, a empresa responsável pela construção de uma escola no bairro São Miguel teria destruído um cemitério destinado a crianças falecidas no bairro. Confiram:

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Todos querem construção de escolas. Elas são um bem necessário. Mas a construção de uma escola no bairro São Miguel provocou revolta e indignação.

Ao realizar os serviços de terraplanagem, a construtora responsável pela obra cometeu dois equívocos. O primeiro foi, sem autorização, penetrar no terreno de propriedade da Paróquia de Vargem Grande e o segundo, destruir covas onde se encontravam restos mortais de crianças do bairro São Miguel. A paróquia ingressou na Justiça e reclama seu direito patrimonial, e as famílias, indignadas, procuram respostas para onde foram levados os restos mortais de seus filhos.

Dia dois de novembro ficou patente esse sentimento de indignação. Pais e parentes de crianças que não sabem onde encontrar os restos mortais, não entendiam o porquê de tanta crueldade. Existe, embora tímido, um movimento para a criação de uma Associação de Pais que querem os restos mortais de seus filhos. Não custava nada a empresa responsável pela obra, antes de iniciar o serviço, ter procurado as famílias para enterrarem em outro local os restos mortais de seus parantes.


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