No dia 13 de fevereiro deste ano, Marcelo Dino Fonsêca, 13 anos, filho do presidente da Embratur, Flávio Dino, sofreu uma crise de asma no Colégio Marista, em Brasília, e teve que ser internado às pressas, no Hospital Santa Lúcia. Por volta das 06h00 do dia 14, ele apresentou uma segunda crise, mais grave, e veio a falecer.

A partir de uma ocorrência registrada por um tio, a Polícia Civil do DF abriu inquérito para apurar a morte de "Peixinho", como era conhecido por familiares e amigos. O delegado-chefe da 1ª DP, Anderson Espíndola, concluiu que houve falha no atendimento. Restou comprovado que, quando o garoto entrou em crise, a médica, Izaura Costa Rodrigues Emídio, atendia na sala de parto e demorou a prestar socorro. Houve demora, também, na entubação de Marcelo - de seis a sete minutos. Ela foi indiciada por homicídio culposo.

Nesta quarta-feira (23), 100 dias após a morte do filho, Flávio Dino exarou sua dor no Twitter. Outros usuários do microblog deixaram mensagens de pesar e saudade. "A indignação e a sede de justiça gritam mais alto que os pequenos entraves do cotidiano", desabafou Dino.



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