Segundo o blog São Benedito Online, de responsabilidade do Núcleo da Cidadania de São Benedito do Rio Preto-MA, o município está "pegando fogo".

A cidade está atolada em lixo, vez que os garis não recebem há seis meses e abandonaram o serviço. Ruas estão escuras e estudantes, sem merenda escolar; dentre inúmeras outras mazelas advindas da administração do atual prefeito, José Creomar de Mesquita Costa.

Recentemente, moradores locais presenciaram um senhor limpando um terreno às margens da MA-224, próximo ao aeroporto (rumo à cidade de Urbano Santos). Indagado sobre quem o teria autorizado a tomar posse do terreno da prefeitura, o homem respondeu que havia sido o prefeito.

Moradores do Marçal, prontos para garantir sua propriedade (clique para ampliar)

Em questão de horas, centenas de homens e mulheres com foices e facões rumaram em direção ao local e lotearam o terreno dividindo-o entre si. Organizaram ruas, avenidas e criaram uma associação de moradores, a Vila Vitória.

Só que dentro do terreno ocupado, encontra-se uma grande área que o prefeito já teria "invadido" e cercado, se declarando proprietário. E, ao tomar conhecimento do ocorrido, José Creomar não procurou reaver a terra para o município ou regularizar a situação dos novos moradores: em vez disto, teria mandado alguns de seus correligionários invadir o outro lado da rodovia, que é de propriedade da Associação de Moradores do Povoado Marçal, cujos integrantes se organizaram e, armados de foices, facões e machados, rumaram para o local a fim de evitar a invasão patrocinada pelo prefeito.

Por sorte, as lideranças do povoado Marçal conseguiram convencer os ocupantes de que a área era de propriedade da comunidade (imagem abaixo), fazendo com voltassem pacificamente para suas casas e tudo terminou bem.


Ainda segundo o blog, enquanto São Benedito está "pegando fogo", o prefeito vive viajando, agora para a Europa e depois para os Estados Unidos, deixando o cargo simplesmente vago sem que ninguém lhe repreenda. Nem a Câmara Municipal, nem Ministério Público local, nem a justiça, ninguém.





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