Manoel Pereira Pontes Filho procurou o professor e secretário do SINDCHAP, Enedilson Santos, para expressar sua indignação: ele é motorista de ambulância em Chapadinha e alega que vem sendo lesado em seus direitos por cobrar e denunciar os problemas da saúde pública de nossa cidade.

Manoel Filho: "Indignado!"
Filho relatou que, por diversas vezes, foi desviado de suas funções, já tendo assumido cargo de porteiro, maqueiro e recepcionista. Desde o início deste ano, seus vencimentos teriam sido reduzidos a um salário mínimo, enquanto seus colegas perceberiam a quantia de R$ 1.194,00.

Há 3 meses, ele teria retornado ao cargo de motorista. Porém, como alguns de seus direitos, tais como adicional noturno e insalubridade, lhe estariam sendo negados, ele conta que está se recusando a trabalhar no período noturno. Segundo Filho, existem 10 motoristas para 2 ambulâncias.

O servidor estaria cogitando realizar um protesto em frente ao hospital, para demonstrar publicamente a perseguição que vem sofrendo. Segundo o secretário do SINDCHAP (Sindicato dos Servidores Públicos de Chapadinha), a entidade acionará sua assessoria jurídica para resolver o entrave.


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