Agora sim, terminou de acabar! Se os pacientes que necessitam dos hospitais de Chapadinha já tem que comprar medicamentos, gaze, esparadrapo e demais materiais necessários ao próprio atendimento, agora não dispõem sequer de ambulância para transportá-los a um município vizinho ou à capital, para que sejam atendidos adequadamente.

A lata-velha que era usada como ambulância oferecia mais perigo aos pacientes que suas próprias enfermidades. Deixá-la "pronta" para a viagem, por exemplo, demorava algo em torno de duas horas, razão pela qual serviu mais como rabecão que ambulância. E mais: quando a morte da bebezinha Pietra veio a público (clique aqui se não conhece o caso), ficamos sabendo que a lata-velha só estava sendo disponibilizada a cada dois (02) pacientes encaminhados, ou seja, o primeiro que necessitasse, independentemente de seu estado, era obrigado a esperar a "próxima vítima".


Mas eis que nossa digníssima ge$tora e sua premiada secretária de saúde encontraram a solução: desviaram o Celtinha da Vigilância Sanitária de sua função e - voilà! - promoveram-no a ambulância! Um Celta, minha gente!

Considerando o modo como essa ge$tão vem (des)cuidando da saúde do nosso povo, bem como os equipamentos e profissionais que obrigatoriamente devem acompanhar os pacientes encaminhados, deixo uma pergunta às duas homicidas abaixo: como nossos doentes estão sendo transportados agora, Excelências? Deitados no banco traseiro ou na mala do carro mesmo?

Danúbia Carneiro (prefeita) e Maria José
Coutinho (secretária de saúde): HOMICIDAS



PS: Conterrâneos relatam que, de vez em quando, o fantasma da lata-velha é visto rondando a cidade, talvez querendo retornar ao posto de rabecão. Rezemos para que descanse em paz...

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