Um "gordo flatulento" me contou que o blogueiro de oposição de Vargem Grande, Thales Castro, havia postado um artigo em sua página tentando desacreditar o Chapadinha Online.

Após ler a tal pérola (e dar muitas risadas) decidi, em um primeiro momento, não responder às insinuações do blogueiro, mas, desde já peço perdão a meus leitores, pois não resisti.

Para começar, um estilo literário totalmente diverso do de Thales demonstra claramente que o artigo foi escrito a "quatro mãos" - estilo este muito semelhante ao de um certo blogueiro governi$ta chapadinhense. E, de todas as idiotices postadas, apenas duas merecem algumas considerações:

Primeiro (como sempre!) tentaram taxar este blog de partidário insinuando uma suposta ligação nossa com o ex-prefeito de Chapadinha, Isaías Fortes. Para justificá-la, afirmaram (em tom ameaçador!) lembrar-se de alguém que "foi secretária-adjunta de educação do Isaías". Acredito que tenham se referido à minha mãe, que chegou a ocupar o cargo em uma das gestões do ex-prefeito. Enfim, insinuaram que, por esta razão, eu teria um débito com Isaías... O mais engraçado é que esses pseudo-jornalistas só lembram o que lhes convém, pois - surpreendentemente - não se lembraram que meu irmão trabalhou no mesmo setor (e por muito mais tempo) durante a 1ª gestão de Magno Bacelar. Por quê, então, eu não estaria em débito com este também?

Chega a dar nojo o modo como algumas pessoas enxergam a política: uma eterna troca de favores da qual a ética e a moral não fazem parte. José Sarney, por exemplo, quando criticado por Dinho Ouro Preto durante o Rock in Rio, se sentiu "injustiçado" pelo cantor, uma vez que, quando presidente, nomeou seu pai embaixador. Ou seja, essa corja não tem sequer vergonha de cobrar tais favores, mas, quando julgam necessário, acusam desafetos de anuírem com a prática. Simplesmente nojento.


Outra suposta prova do partidarismo deste blog, segundo Thales Castro: Ele teria ouvido Isaías afirmar "Esse é meu", se referindo a minha pessoa. Sobre isso não posso dizer que Thales mentiu, afinal não presenciei tal diálogo. Aliás, "quem tem boca fala o que quer", tanto pessoalmente, quanto através de um teclado. Mas a verdade é que se o ex-prefeito cruzasse por mim na rua não me cumprimentaria, pois sequer me conhece pessoalmente.

Fato interessante ocorreu a poucos dias: a filha de Isaías, Isamara Meneses, acostumada a comentar meus posts no Facebook, dialogou brevemente comigo sem ligar "o blog à pessoa". Logo após, seu irmão, Marcelo Meneses, nos apresentou e a "gafe" se consolidou. Por sinal, meu primeiro diálogo com Marcelo se deu após o primeiro protesto dos professores na Câmara, por conta do atraso no abono do Fundeb. E antes que venham me acusar de "ser amigo da oposição", digo que, graças a Deus, tenho grandes amigos tanto de oposição quanto de situação, seja em Chapadinha, em Vargem Grande ou nas demais cidades vizinhas.

Quem me conhece sabe: eu nunca gostei de me envolver em política e, consequentemente, com seus membros. Se nosso blog se viu obrigado a enveredar por este caminho, foi por culpa dos próprios governi$tas de Chapadinha, quando, ao cooptarem quase toda a imprensa local, fizeram com que o povo se voltasse para o Chapadinha Online. E, ao contrário de algumas pessoas interligadas na net, eu tenho caráter e jamais abandonaria meus conterrâneos.

Por fim, a "zanga" de Thales Castro (e seu amigo) se deve justamente àquilo o que eles afirmam não possuirmos: nossa independência. Ao dar uma notícia, por exemplo, procuro atentar para as perguntas fundamentais do jornalismo: O Quê? Quem? Onde? Quando? Por quê? e Como? O problema é que, para eles, seria bom que eu "esquecesse" uma delas. Tomemos como exemplo uma notícia sobre o incêndio ocorrido na Rádio e TV Líder de Vargem Grande:

O Quê? - Atearam fogo nos equipamentos da Rádio e TV Líder.
Quem? - Indeterminado
Onde? - Na sede da emissora, em Vargem Grande.
Quando? - Na madrugada da última terça-feira (25/10).
Como? - Tudo indica que o criminoso entrou pelo telhado, reuniu os equipamentos no centro de uma sala e ateou fogo.

Até aqui tudo bem para os oposicionistas da cidade, como Thales, pois assim poderiam apontar o atual prefeito como principal suspeito. Mas como nosso blog não poderia deixar a notícia incompleta, tivemos que responder:

Por quê? A emissora é ligada à ex-prefeita da cidade, Maria Aparecida Ribeiro (derrotada nas últimas eleições), e tem como função servir de instrumento de politicagem da oposição. Para tanto, seus diretores não medem esforços em atacar, além do prefeito, qualquer pessoa que possa ser ligada a ele, ainda que não faça parte da administração. Tudo leva a crer que, dentre os inúmeros "ofendidos", alguém (ou alguns) resolveu (ram) fazer justiça com as próprias mãos.

Esta também é a opinião dos vargem grandenses, inclusive dos policiais e guardas municipais, bem como da maioria da oposição. E jamais divulgaríamos outra versão apenas para agradar "A" ou "B".

É isso.



PS: Não conhecem Thales Castro? Cliquem >>aqui<< para ler um artigo nosso sobre o blogueiro ou >>aqui<< para ler a matéria da qual ele e seus amigos não gostaram.

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