Recentemente, o blog "Portal Afonso Cunha" publicou uma matéria a respeito de uma denúncia registrada por uma professora contra Marco Antonio Bacelar (foto), irmão do "famoso deputado" Magno Bacelar.

Segundo o registro da ocorrência, no dia 28 de setembro a professora Cleudimice Machado da Costa estava realizando uma prova de religião com os alunos da escola Francisco Pereira da Luz, situada no povoado Lagoa dos Pássaros (Chapadinha), quando Marco Antonio teria adentrado "de repente" no local, acompanhado de 04 homens. Na ocasião, o próprio teria despachado os alunos e "autorizado" tais homens a pegar todos os móveis e utensílios da escola. Marco Antonio teria justificado o ato alegando que "só estava cumprindo ordens" e que a escola estava sendo "lacrada", e só seria reaberta após o "entendimento entre as secretárias de educação de Afonso Cunha e Chapadinha".

Vale ressaltar que, na referida matéria, o blogueiro de Afonso Cunha cita a distância entre seu município e o povoado Lagoa dos Pássaros: 15 Km; mas - no mesmo artigo - reproduz uma notícia publicada à época da inauguração da escola que a "situa" no povoado Lagoa dos Porcos, sem mencionar a qual município pertence tal localidade.


Em razão das informações desencontradas, este blog contatou Marco Antonio para apurar sua versão dos fatos, tendo ele relatado que o blogueiro daquela cidade "não conhece o seu município", uma vez que a escola estaria em sua propriedade, no municipio de Chapadinha. Ele afirmou, ainda, que tal blogueiro "é (aliado) do prefeito" de Afonso Cunha, o qual já estaria sendo processado por "injúria, difamação e por ter construido uma escola sem a autorização do proprietário da terra".

O caso chegou a ser comentado no perfil de Magno Bacelar, no Facebook. Observem:


Em momento algum, nas mensagens dirigidas a este autor ou no "diálogo" acima, Marco Antonio negou que tivesse realmente invadido e levado os bens da escola, bem como também não esclareceu a (suposta) necessidade de um "entendimento entre as secretárias de educação", uma vez que, segundo o próprio, trata-se apenas de uma questão de posse da terra. Este blog continuará aberto a maiores esclarecimentos, haja vista que esse caso (solucionado ou não) continua pegando muito mal para todas as partes envolvidas, inclusive para o município de Chapadinha.

Abaixo, cópia da ocorrência registrada pela professora e, logo após, o link para a matéria no "Portal Afonso Cunha" (clique para ampliar):


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